Trabalho

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Relatórios, análises e agendas políticas sobre Juventude e Trabalho

# Jovens e Trabalho no Brasil – Desigualdades e Desafios para as Políticas Públicas
A pesquisa apresenta a situação do jovem frente ao trabalho: em que momento eles buscam trabalho, quem são os jovens desempregados e como eles combinam atividade profissional e estudo. O trabalho foi realizado em parceria com a Ação Educativa e teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2006).

# Almanaque da Juventude
Produzido pela Ação Educativa, uma organização social com sede em São Paulo, o Almanaque da Juventude é o resultado da coleta de expectativas, necessidades e desejos dos jovens sobre o mundo do trabalho, realizada em seminários e oficinas conduzidos em várias cidades do Brasil. A publicação reúne indagações e propostas dos jovens e das pessoas que os apóiam, com informações úteis sobre programas de crédito, capacitação, emprego e geração de renda, além de relatos de experiências, letras de músicas, pensamentos e curiosidades sobre o mundo do trabalho.

# Trabalho Decente e Juventude no Brasil
Estudo inédito da OIT mostra dificuldades dos jovens entre 15 e 24 anos no mercado de trabalho.

# Agenda Nacional de Trabalho Decente para Juventude
Lançada em 05/07/2011 a agenda indica contribuições para promover o trabalho decente para os jovens no Brasil. O documento foi elaborado pelo Subcomitê de Trabalho Decente e Juventude, que é coordenado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, e conta com o apoio técnico da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

# Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 Maiores Empresas do Brasil e suas Ações Afirmativas – Pesquisa 2010
Realizado a cada dois anos, a pesquisa vem buscando traçar o perfil dos funcionários e dirigentes das maiores corporações que atuam no país, observando sua participação nos níveis hierárquicos de acordo com sexo, cor ou raça, faixa etária, tempo de empresa e escolaridade, bem como a presença de pessoas com deficiência e aprendizes. Com os aprendizes, é expressiva a parcela de empresas que afirma contratá-los para seus quadros: 93% da mostra do atual estudo. No entanto, 43% de empresas possuem um número de aprendizes menor do que o mínimo exigido pela lei 10097, de 2000, e 54% estão na faixa mínima exigida pela lei, que é de 5%.

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Pesquisas realizadas por Marcelo Neri, economista-chefe do Centro de Políticas Sociais (CPS), do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

Cada um dos estudos busca identificar o impacto da escolarização e programas de qualificação profissional no mercado de trabalho com foco na população jovem.

# A Educação Profissional e Você no Mercado de Trabalho
# Jovens, Educação e Trabalho
# Você no Mercado de Trabalho – Parte 1
# Você no Mercado de Trabalho – Parte 2